O problema da Internet
Tuesday, May 31st, 2005Já que estamos numa de citações…
The trouble with the Internet is that it’s replacing masturbation as a leisure activity.
N.B. - Esta não veio da mesma mailing list que a de Jesus Cristo.
Já que estamos numa de citações…
The trouble with the Internet is that it’s replacing masturbation as a leisure activity.
N.B. - Esta não veio da mesma mailing list que a de Jesus Cristo.
Porque sentimos a necessidade de estar mais próximos e de ser mais verdadeiros - para com o público e para com nós próprios - decidimos unanimemente dar uma identidade ao nosso querido boblog. Aos demais visitantes convido-vos a visitar as páginas sobre os autores e sobre o próprio blog cujos links se encontram na página central do lado direito, ao topo da página.
À data deste post estas páginas estão pintadas de fresco pelo que é normal que, se se encostarem às paredes, se sujem. Dêem-lhes tempo para a tinta secar e prometo que vão ficar bem mais agradáveis.

Em jeito de bónus, embora para alguns mais seja um desatino, decidimos também dar um toque especial ao cabeçalho ao incluir um daqueles momentos Kodak dos loucos tempos da universidade, do deixar tudo para a última da hora, das noites em claro, das manhãs negras, das olheiras (óbvias), dos prazos de entrega, das sonecas de 10 minutos para manter a sanidade mental. Para compensar a fotografia horrorosa pintámo-la em vários tons. Das pinturas, algumas foram feitas por artistas internacionais, vejam lá vocês.
Espero que gostem destes novos arranjos. Ainda agora começámos…
Costumo receber, através da mailing list de uma comunidade de gestão de conhecimento, umas citações interessantes normalmente relacionadas com o assunto. Entre elas contam-se duas que publiquei em posts anteriores a este. Hoje, para meu grande espanto, dei de caras com esta:
Saio para correr com a miúda e ela pede-me uma camisola porque é capaz de estar frio e ela só trouxe t-shirts. Prestável que sou empresto-lhe a minha camisola preferida e tenho que ir eu de mangas curtas. Chegamos a casa e, ao sair do banho, reparo que ela já se vestiu e está a usar uma das minhas camisolas interiores. Não digo nada. Vou para o quarto arranjar-me para o jantar e quando apareço na cozinha ela fica toda chateada comigo só porque estou a usar um dos tops dela.
Não há justiça!!
E aqui estou eu… Aliás, eu e a miúda!
Casa nova de 3 andares, 3 quartos, 2 casas de banho, 1 sala, 1 escritório, cozinha e jardim. E da janela da sala dá para ver o Mercedes classe A estacionado mesmo em frente. Boa vida esta! Como diriam os ingleses “I did well for myself!”.
Que pena que os proprietários da casa e do carro chegam para a semana…
“The Babel fish,” said The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy quietly, “is small, yellow, and leech-like, and probably the oddest thing in the Universe. It feeds on brainwave energy received not from its own carrier but from those around it. (…) The practical upshot of all this is that if you stick a Babel fish in your ear you can instantly understand anything said to you in any form of language. (…)
Now it is such a bizarrely improbable coincidence that anything so mindbogglinly useful could have evolved purely by chance that some thinkers have chosen to see it as a final and clinching proof of the non-existence of God.
The argument goes somethings like this: ‘I refuse to prove that I exist,’ says God, ‘for proof denies faith, and without faith I am nothing.’
‘But,’ says Man, ‘the Babel fish is a dead giveaway, isn’t it? It could not have evolved by chance. It proves you exist, and so therefore, by your own arguments, you don’t. QED.’
‘Oh dear,’ says God, ‘I hadn’t thought of that,’ and promptly vanishes in a puff of logic.’
‘Oh, that was easy,’ says Man, and for an encore goes on to prove that black is white and gets himself killed on the next zebra crossing.”
Douglas Adams
in “The Hitchhiker’s Guide to the Galaxy”(p. 62, 63)
Londres, Pan Books, 2005 (edição original 1979)
Ora, são várias as ilações que se podem retirar desta passagem.
Em primeiro lugar conclui-se
Continuando…
Aconselho vivamente a leitura do livro antes de irem ver o filme.
Entrega de diplomas e concerto Uni/Versus preenchem Dia da Universidade
Este Sábado, 28 de Maio, a partir das 10h00, tem lugar um dos momentos mais altos da academia aveirense: o Dia da Universidade. Um dia que se reveste de especial significado para os cerca de 1400 recém diplomados que, acompanhados pelos seus familiares e amigos, regressam à Universidade que os formou para, em cerimónia presidida pela Reitora, receberem o diploma final de curso.
in @ua_online
Já lá estou…
Algures na Internet:
“Acordei maix uma vex
desejando nc ter
aberto ox olhox nexte mundo
sem ti…….
Nao sei se penxo por
Te kerer
ou por xaber k te
poxo perder………
À noite, beijo-te como dexpedida
da minha real imaginaxao
Deixo longe de tudo k
m poxa afaxtar de ti
enkuanto durmo n exuridao
dox xonhox……
Por vexex iluminax o meu regrexo kando
n conxigo acordar para o k e real pa mim
Tu ex real e Akele beijo so e sentido por mim……”
estou obcecado pelo “papel”. estes tipos do Gato Fedorento fizeram-na bonita, e eu não consigo pensar noutra coisa que não seja “o papel”, para logo a seguir me perguntar “mas qual papel?”. Ainda no outro dia, entre amigos, quando um deles falava acerca do papel desempenhado por Nicole Kidman no seu último filme, lá soltei o incontornável “mas qual papel?”, ao que eles não responderam, com ar de enfado, “o papel…”, optando por dizer em coro “‘tás aqui, ‘tás todo amassado”. eu não fiquei muito agradado, até porque, “parecendo que não”, ficar amassado aleija.
Cá em casa a moda também já pegou. Ontem gritei lá de dentro “chega-me o papel!” e tive de ouvir um inesperado “mas qual papel?”. O rik@rdo posta sobre a sua aventura na PSP e eu pergunto imediatamente se lhe pediram para preencher “o papel”, vou a uma gráfica onde, solícitos, me abordam com um “e que tal este papel?” e eu solto logo um mecânico “mas qual papel?”.
“de maneiras que”, na tentativa de ultrapassar esta estranha obsessão, venho alinhavando em guardanapos de papel (mas qual papel?) umas histórias que são plágios descarados e que um dia poderão vir cá parar. Não há nada como um tipo confessar as suas taras e os seus pequenos delitos - ia cá eu agora fazer papel de urso… Papel de quê?!

1. Não sou amante do futebol. No entanto, este domingo estive atento à telefonia: o Sporting Clube de Espinho dava o tudo por tudo para permanecer na Liga de Honra, para o que teria de vencer, em casa, a equipa do Marco e esperar pelos resultados de outras equipas. Pouco após o intervalo, estava 1-1. Depois saí e, entretanto, o jogo acabou. Navego pela Net e fico a saber que os tigres haviam sido goleados por 1-5…
2. Nunca tenho uma conversa de fundo sobre futebol. Uma vez, enquanto cortava o cabelo, o barbeiro lança para o ar aquilo que poderia ser o início de uma conversa futeboleira de grande nível: “Então o Porto…”. E eu, à defesa, retorqui imediatamente: “Sabe, eu de futebol não entendo muito…”. Não falou mais.
3. Faz lembrar o pai de um colega meu. Dono de um grande sentido de humor, quando o barbeiro lhe perguntou como queria que lhe cortasse o cabelo, respondeu assim: “Calado.”
4. Depois de saber o resultado do jogo do Sp. Espinho, saí para tomar um cimbalino num café perto de casa. Querendo partilhar o conhecimento do desaire, atirei para o homem atrás do balcão: “Então o Espinho lá foi… Cinco a um…” E ele: “O sr. desculpe, mas eu não acompanho muito isso…” Toma, que é para aprenderes.