A gaja do copy paste

Há, pelo menos, duas coisas na vida que nunca foram suficientes para fazer despertar o meu lado mais intelectual de esquerda: os discos dos Delfins e os livros de Margarida Rebelo Pinto.

E, depois ter lido o que li sobre a pseudo-escritora no blog Esplanar, percebi que os meus neurónios têm mesmo toda a razão: a gaja escreve, de facto, mal e porcamente; não sabe utilizar metáforas; não sabe criar personagens; tem um vocabulário de uma pobreza franciscana; repete frases inteiras de livro para livro; repete frases no mesmo livro; repete parágrafos completos de uma “obra” para a seguinte; dá erros de Português; e, no fim, ri-se muito porque vende aos milhares.

I love to copy and paste!

Vale a pena ler o estudo de João Pedro George, que fiquei a admirar, e a quem apresento o meu abraço solidário. Confessa ele, depois de ter mergulhado na “obra” da “escritora”: “Regressado à superfície, posso afirmar, com propriedade, que Margarida Rebelo Pinto despertou o masoquista que há em mim. Que lê-la, do primeiro ao último livro, foi um tormento digno da Bíblia.”

P.S. - Este post vai categorizado em “humor”. Ainda pensei em “arte e cultura”, mas isso seria pôr Margarida e Saramago no mesmo saco…

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One Response to “A gaja do copy paste”

  1. CorvusNihil Says:

    Por acaso ainda não li, mas hei-de o fazer. E vou ler de espírito aberto, como se nunca tivesse ouvido dizer que ela é uma má escritora, para ver no que dá ;)