O desnorte do “P”
O “P”, essa coisa deslavada que dantes se chamava “Público” com todas as letras, está cada vez melhor. Sucedem-se os erros, as gralhas, os casos de plágio. E a direcção parece continuar serena, assobiando para o lado.
Um dos exemplos mais recentes do desnorte dos editores aconteceu há cerca de um mês, quando deixaram passar uma crónica de Laurinda Alves contendo a transcrição de um poema de Fernando Pessoa que afinal… não é de Pessoa.
Laurinda Alves, a missionária da felicidade que quase levava Belmiro de Azevedo à falência com aquela coisa inútel chamada “Xis”, reconheceu o erro perante o Provedor do Leitor do jornal, Rui Araújo. Só lhe faltou humildade: “Verifico, com surpresa, que ainda há pessoas que vivem convencidas de que nunca se enganam nem se deixam enganar.” Como diria o outro: “Palavras para quê?! É uma artista portuguesa…”

May 22nd, 2007 at 22:58
Puff…
May 30th, 2007 at 18:39
Como se não houvesse coisas mais sérias para acabar.
A revists XIS tinha leitores assiduos, era uma revista com valores, ideais, moral e sobretudo tinha uma grande Mulher a sua frente. Laurinda Alves uma Jornalista, escritora, humilde sincera e extremamente humana.
Estão com medo do quê?
Da Verdade? do Bem? dos Valores da Vida?
Quando acordarem é tarde! Vão ter “Diarios de Noticias” espalhados por todo o lado com fernandas cancios e odios de estimação parecidos, controlados pelo governo, e por um primeiro ministro mentiroso. Isso é que é bom não é?
May 30th, 2007 at 23:46
Cara leitora “Joana”, que, curiosamente, não tem uma conta de e-mail contendo o nome “Joana” mas antes os nomes “Maria de Brito”,
Eu não estou com medo de nada, e tenho a certeza de que os meus camaradas de blog também não.
Laurinda Alves pode ser uma “grande mulher”, uma “Jornalista, escritora”, mas que errou, lá isso errou. E só lhe ficava bem reconhecer humildemente a sua falha.
Mas… quem é a “Joana”? E, já agora, o que é que José Sócrates tem a ver com este post?