Archive for June, 2010

Super… chifres?

Saturday, June 26th, 2010

boblog | Super... chifres?

O programa, fraquinho, chama-se “Super Miúdos” e é apresentado por Sílvia Alberto. Volta a ter crianças como supostas vedetas geniais e é uma triste herança de Sabe mais do que um miúdo de 10 anos?

O logotipo, como todo o design da RTP, é pobre. E presta-se a enquadramentos de câmara como este que captei com o telemóvel.

Cool, né?

Cala-te Ronalda, deixa ouvir o Aleixo

Friday, June 25th, 2010

Se não tinha sido bem mais animado ter visto o jogo de hoje à tarde com esta “cachopada”… Pois, é que na esplanada dos gelados (esta Veneza é divinal!) tive de levar com a Ronalda! Sim, a C(átia) R(onalda) irmã do C(ristiano) R(onaldo), a dar autógrafos durante o jogo e a ser fotgrafada por paparazzi a cada gesto que esboçava. E a culpa nem é da moça…

Saramago deveria ter escolhido uma arriba

Friday, June 25th, 2010

A culpa de Cavaco Silva não ter estado perto de José Saramago quando este morreu foi do próprio Nobel. Se o escritor tivesse morrido soterrado numa praia do Algarve, o PR teria lá ido.

AL, in O Indesmentível

E para Espinho 10 pontos!

Thursday, June 24th, 2010

1. Curioso, isto de escrever um artigo sobre Espinho-cidade (e não sobre futebol, voleibol, hóquei ou natação, como é costume fazer) poucas semanas depois de me ter mudado para a vizinhança. Mas não é mau: primeiro porque aqui morei 29 anos; depois porque continuo a vir cá todos os dias (vai ser sempre a “minha” terra); por fim porque desta perspectiva, olhando com (ligeira) distância, a capacidade de avaliação até sai refinada.

2. Espinho controla-me as memórias. Claro que há férias aqui ou viagens ali, mas as grandes aprendizagens, os melhores amigos, alegrias, tristezas, traquinices e brincadeiras foram vividos nas quadrículas da cidade, entre as 16, 20, 41 e 43, na 29 com a 28, nas praias da 2, no reboliço da 19, na escola da 22 e por aí fora. A certa altura, conhecia cá tudo, as ruas ao pormenor, as esquinas, o que havia em cada sítio. A geometria facilita, mas agora que o crescimento se faz nas trintas-e-tal a coisa já não é tão, tão, tão assim.

3. Por tudo isto, não posso deixar de, neste 16 de Junho (que durante anos a fio foi provavelmente o feriado que mais me orgulhou), deixar duas palavras à cidade e ao concelho: OBRIGADO e PARABÉNS.

4. Apesar de tudo, é óbvio aos olhos de todos que a Espinho aconteceu o que a maioria de nós (humanos) procura sem sucesso: parar no tempo. Ou, com mais pessimismo: nos últimos anos envelheceu evoluindo pouco. Demasiada preocupação com grandes obras, aparatos e populismos; desleixo total com qualidade de vida, qualidade de turismo, com a beleza da cidade e com os pequenos pormenores que sempre nos prenderam a ela. Basta olhar em volta e perceber que ficámos para trás. É pena.

5. Mas, sendo pena, é também uma oportunidade, principalmente para quem tomou conta da Câmara recentemente. Não conheço Pinto Moreira, nem, talvez por isso, alguma vez esperei que pudesse ganhar as últimas eleições (e ele, se calhar, também não). Mas ganhou e em tudo o que faça se vai notar a diferença.

6. Para já, gosto do que vejo. Chegou, estudou, fez contas e, na altura certa, começou a mexer com isto. A atitude é positiva, sem sofreguidão em cortar fitas (não deixa de ser verdade que as eleições ainda vêm longe), preferindo a iniciativa e as iniciativas. Bem jogado: é isso que cá faz falta.

7. Também gosto da discrição, dentro, claro, do que se pode aplicar do conceito a um político. Pequeno exemplo: último sábado, Alameda 8 (óptimo espaço), concerto da banda lisboeta Hi-Five em tributo ao rock anglo-saxónico. Pinto Moreira subiu ao cantinho do palco no final, mas praticamente sem se fazer notar. Queria só felicitar a banda pela (espectacular) actuação. Ponho as mãos no fogo: se fosse o seu antecessor (e se por acaso nessa altura se organizasse um concerto que não fosse “pimba”), teríamos direito a discurso de, pelo menos, meia hora.

8. Atenção que não sou de me entusiasmar em demasia com líderes, muito menos com políticos; mas não há nenhum a quem não dê o benefício da dúvida. E deste, que está no “poleiro” há tão pouco tempo, até já começava a ouvir dizer mal: que não fazia, que não aparecia, que não mudava. Enfim, um dos problemas de cidade que é pequena.

9. Sim, porque em Espinho conhecemo-nos (quase) todos. Torna-se fácil, demasiado fácil até, saber da vida dos outros, do que se diz, dos “caldinhos” que se arranjam para prejudicar este e elevar aquele. Há aqui muito de “diz-que-disse”, também muito de “diz-se-hoje-mas-já-não-se-diz-amanhã”, alguma coisa de “facada-nas-costas” e mesmo de “cão-que-não-conhece-o-dono”. E não é só na política…

10. Mas é também na pequenez de uns que se reflecte a grandeza de outros: e foi sempre assim que esta cidade, este concelho e as suas instituições se tornaram marcantes. “Do the evolution”.

by rik@rdo in Jornal de Espinho especial Dia da Cidade – 2010VI16

Agip lança óleo Hello Kitty

Wednesday, June 23rd, 2010
agip hello kitty

agip hello kitty

I’m burning now

Sunday, June 20th, 2010


Brand New Rust, Doo Bop Bar, 18/06/10

Com dois Messis também eu…

Saturday, June 19th, 2010

Messix2 copy

Ó Ana Jorge, anda aqui s.f.f.

Thursday, June 17th, 2010

Portanto… a gente desconta para a Segurança Social. Quando tem um azar e fica doente, apercebe-se que o hospital do SNS já não tem urgências nem SAP. Dirige-se à Unidade de Saúde Familiar (vulgo posto médico), onde explicam que, a adoecer, o melhor é fazê-lo das 8h00 às 24h.

O Médico de Recurso (deve ter tirado um curso duas vezes) pode ser um excelento clínico geral mas, a partir do momento em que consulta um calhamaço para saber “que tipo de gotas há para esse tipo de inflamação”, faz um-do-li-tá e receita um remédio ao calhas, a gente desconfia.

Daí que, no dia seguinte ao feriado municipal, se solicite uma vaga ao médico de há décadas, que em dois minutos identifica o problema e propõe um tratamento como deve ser. A diferença, além da atenção, são cerca de 80 euros.

Ou seja, e em resumo: eu desconto para o Serviço Nacional de Saúde, mas o SNS, em geral, só me faz perder tempo e dinheiro. Ainda bem que o Governo não se lembrou de cortar nas deduções do IRS, “e assim”, senão era capaz de haver por aí gente muito chateada…

Hi-Five na Alameda 8, Espinho

Thursday, June 10th, 2010

Hi-Five Espinho

A não perder! Grande banda num palco à altura. Apareçam!

Brand New Rust estreiam-se em Espinho

Monday, June 7th, 2010