
Nem sou muito de hip-hops, mas Roulote Rockers ultrapassa a simplicidade, quase sempre redutora, dos MC’s: um funk como, por cá, já não se ouvia desde os Feed, malhas de baixo completamente assassinas, sempre em progressão, guitarra a marcar presença, bateria à jazz, sax no sítio certo, vozes alinhadas entre o rap e o melódico e os samples a ligar a coisa à modernidade.
Grande concerto ontem à noite no Doo Bop.
Hoje estou lá eu, não no palco mas na cabine no DJ. Já não é mau para matar as saudades e o bichinho (e “bichinho” faz-me lembrar o bichano [Jimmy], que vai agora para o vet ficar sem virilidade]).










