Archive for the ‘Arte & Cultura’ Category

Os cartazes e os protagonistas

Saturday, March 6th, 2010

Esta coisa de andar a fazer cartazes, para além do gozo que dá e de ser pago em… Amarguinhas (!), tem o seu quê de apelativo. A maior parte das vezes, feito o cartaz, fica a apetecer-me ver os protagonistas que me tiraram horas de sono para os pôr em duas dezenas de folhas A3.

GO ON by rik@rdo

Ontem foram os Go On, três horinhas bem esgalhadas por uma banda veterana cá da terra, mas que nunca tinha visto ao vivo. Grande, grande, grande concerto! O Doo Bop (haja finalmente quem o faça!) já mexe com a noite musical em Espinho.

Ah e tal tem uma banda nova…

Thursday, March 4th, 2010

Ídolos em anti-pimba

Tuesday, February 16th, 2010

Acabou a III edição do Ídolos. A única que acompanhei de início a fim, talvez mesmo, aliás, o único programa de entretenimento da televisão portuguesa que conseguiu cativar-me a fazê-lo nos últimos anos. Porquê? Por um pormaior que fez toda a diferença: a boa música derrotou a pimbalhada (sim, afinal é possível em Portugal!)!

Filipe Pinto

Alguns pormenores que concorreram para esse pormaior:

* Ganhou Filipe Pinto, meu favorito desde o início;

* É fácil perceber porquê: Pearl Jam, Bush, Ornatos Violeta, Nirvana, Foo Fighters, Zeca Afonso, Michael Jackson, Guns n’ Roses, Smashing Pumpkins, Goo Goo Dolls, Incubus

* A finalista derrotada, Diana Piedade, tem futuro traçado: vai ser grande, grande artista. Se ganhasse, estaria o prémio bem entregue também;

* Foi bom ver o programa fazer justiça a uma grande música de uma grande banda, terminando com “Ouvi Dizer”, dos Ornatos Violeta;

* Como também foi bom ver os GNR reconhecidos como imagem da excelente música que por cá se faz (mas quais Xutos, gente?!);

* E não deixou de ser bom ver o tombo de um Abrunhosa de peito feito;

* E óptimo ver cair com ainda mais força a estratégia pimba de Carlos, o concorrente mais falso e irritante deste Ídolos.

Foto: Blitz

O sangue por um fio

Wednesday, February 3rd, 2010

Sérgio Godinho esteve em Espinho a apresentar o seu livro de poemas, “O sangue por um fio”. Uma primeira leitura difícil mas a proporcionar novas descobertas.

Sérgio Godinho | Foto JAM, JE

Sérgio Godinho na Biblioteca Municipal de Espinho. Aqui com Manuela Aguiar (vereadora da cultura da CME) e Sérgio Almeida (jornalista do DN). Foto: JAM, JE.

Sérgio Godinho, um autógrafo

O sangue por um fio, escrito e autografado por Sérgio Godinho. Assírio & Alvim, 2009.

In a little while

Wednesday, February 3rd, 2010

Consta que Joey Ramone estaria a ouvir este tema dos U2 no leito da sua morte. Como terá sido esse momento? Menos doloroso, decerto.

PS: É curioso como fui seleccionar a categoria “Vida” para lá integrar este post. Ironias…

O meu mercedes é maior que o teu

Sunday, January 24th, 2010

É “só” o bar que me fez redescobrir a Ribeira (mais calma, com menos gente e aparentemente mais segurança). Espaço de concertos mítico, faz jus à fama, com uma acústica incrível e a fazer lembrar-me das grandes noites do Hard Club.

Motivo para lá ter ido: concerto dos Blind Charge – é fácil perceber que, fiéis ao seu estilo, chegarão longe.

P.S.: Como, por ali, descobrir um bom bar numa noite é pouco, descobrimos outro, Poncha no Porto, onde vale mesmo a pena ir beber uns copos valentes e comer um chouriço assado ainda melhor.
Ah!, e afinal também há pessoal da Ribeira capaz de estar umas horas em conversa pura, sem pensar em espancar-nos ou roubar-nos o telemóvel. Nuno e Sérgio: valeu!

Ai que morro

Monday, January 11th, 2010

Esta chegou-me por email. Uma sátira à gripe de homem.

Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas, creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
Anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha,
Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisana e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sozinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer.

por António Lobo Antunes

Um caso óbvio de man cold.

O concerto

Thursday, December 31st, 2009

Lisboa sem Contentores devido a internamento de Zé Pedro. Liscont, desagradada, avança com GNR.

me@lixo

Vamos todos aos fados

Saturday, December 26th, 2009

Não sei se o AD irá gostar, mas dedico-lhe este tema cantado pela Ana Moura num dia que é para ele especial. Eu comprei o disco – e adorei.

Leva-me aos Fados, disco homónimo. Letra e a música de Jorge Fernando. Edição Universal Music Portugal, SA (2009).

Quanto valerá? – actualização

Monday, December 21st, 2009

Face à anterior notícia, apresentamos uma actualização importante:

Auschwitz: sinal “Arbeit macht frei” já foi encontrado, cortado em três pedaços

Por cá, ainda ninguém sabe quem abusou dos meninos da Casa Pia durante anos a fio, quem roubou dinheiro no BPN durante duas décadas, quem aceitou favores do sucateiro, quem favoreceu a construção do Freeport de Alcochete, e quem anda a assaltar carrinhas de valores.