Acabou a III edição do Ídolos. A única que acompanhei de início a fim, talvez mesmo, aliás, o único programa de entretenimento da televisão portuguesa que conseguiu cativar-me a fazê-lo nos últimos anos. Porquê? Por um pormaior que fez toda a diferença: a boa música derrotou a pimbalhada (sim, afinal é possível em Portugal!)!

Alguns pormenores que concorreram para esse pormaior:
* Ganhou Filipe Pinto, meu favorito desde o início;
* É fácil perceber porquê: Pearl Jam, Bush, Ornatos Violeta, Nirvana, Foo Fighters, Zeca Afonso, Michael Jackson, Guns n’ Roses, Smashing Pumpkins, Goo Goo Dolls, Incubus…
* A finalista derrotada, Diana Piedade, tem futuro traçado: vai ser grande, grande artista. Se ganhasse, estaria o prémio bem entregue também;
* Foi bom ver o programa fazer justiça a uma grande música de uma grande banda, terminando com “Ouvi Dizer”, dos Ornatos Violeta;
* Como também foi bom ver os GNR reconhecidos como imagem da excelente música que por cá se faz (mas quais Xutos, gente?!);
* E não deixou de ser bom ver o tombo de um Abrunhosa de peito feito;
* E óptimo ver cair com ainda mais força a estratégia pimba de Carlos, o concorrente mais falso e irritante deste Ídolos.
Foto: Blitz