Archive for the ‘Blogging’ Category

Eu, frígido

Thursday, April 10th, 2008

Dizem-me que, com tão pouco, surpreendo. Eu sou como a esposa frígida que de nunca dar leva a que o mínimo toque, a mais pequena frescura se torne num sonho. De repente um beijinho é um orgasmo. Os meus posts são assim. Eu, frígido. Os meus posts, orgásmicos.

Why I don’t write

Tuesday, April 8th, 2008

al: morreram dois bloggers americanos
al: de ataque cardíaco
al: por causa, suspeita-se, da pressão
al: de actualizarem constantemente os seus blogs
al: afinal tu é que tens tazão
AD: :D
AD: nem me contes bob
AD: hoje de manhã deu-se-me um aperto

Num post completamente irónico o título, pelo menos, referencia algo de valor. Satirizo o título da obra “Why I write” de Orwell e a menção propriamente dita consegue, por osmose, tornar este post num excerto de alta qualidade. Sou um snob que de tão malandro sou duplamente snob por nunca ter lido o ensaio e o estar a recomendar. Seja como for foi-me francamente recomendado bem como os restantes títulos da colecção Great Ideas da Penguin Books.

All around the world

Wednesday, March 19th, 2008

Um na Califórnia, outro na escola, outro ainda no banco. Que há-de ser de nós?…

Quer dizer… é só festa!

Monday, March 10th, 2008

Google News e as gaffes
Cortesia: Tigues.

Duzentos por cento

Friday, January 11th, 2008

psiquico.jpg

É difícil escolher, para destaque, um único aspecto deste panfleto que anda a circular por Espinho: se a nova língua portuguesa (”venha a apreender”, “1 e 2 Nível”), se o aspecto gráfico inovador (de que ressalta o recurso a esse supra-sumo do design, o “Wordart”), se, ainda, o “duzentos por cento” que é oferecido (”100% Teórico, 100% Prático”)…

Botainde muita atenção

Tuesday, December 4th, 2007

# enfim Says:
December 4th, 2007 at 16:42
Deviam não ser tão ignorantes antes de fazerem comentários precipitados… “Botado” está correcto vejam o dicionários seus asnos.

Asno, uma imagem com direitos reservados

# atento Says:
December 4th, 2007 at 17:45
ou será “Um bigode para ninguém botar defeito” como tem escrito neste mesmo “blog” a 20 de Novembro. é melhor botar os bigodes de molho..

Em primeiro lugar, gostaria de dizer a quem escreveu tão fofos comentários que o autor do post “Um bigode para ninguém botar defeito” e o autor do post “A imprensa regional no seu melhor” não são a mesma pessoa. O primeiro assina AD, o segundo, que sou eu, assina AL, tratando-se, em ambos os casos, de abreviaturas dos nomes próprios (que são bastante feios).

Depois, é preciso separar as águas: quem costuma confundir as assinaturas é a mãezinha do AD, e haver alguém que possa, sequer, alimentar o sonho de um dia preencher esse lugar é… uma tremenda asnice.

Em terceiro lugar, e por falar em asno, aproveito para publicar a minha fotografia entre os dois comentários que aqui reproduzo, até porque, como compreenderão, sentir-me-ei entre pares. E, com isso, sempre “boto figura”, assim como ninguém “botou defeito” ao bigode do AD, com o qual ele conseguiu angariar mais de uma centena de libras a favor da The Prostate Cancer Charity. Mas sobre esta e outras pilosidades falará o AD na altura devida…

Por último, e a propósito do verbo “botar” (cuja existência ninguém pôs em questão), convido os senhores “enfim” e “atento” para uma pequena lição de português: consultando, por exemplo, o sítio das Ciberdúvidas da Língua Portuguesa ou um dicionário minimamente actualizado (este, por exemplo). Depois, logo me dirão se encontraram algo que comprove, sequer, a existência da expressão “botar ao abandono”.

É que, permitam-me o acto corajoso, sou mesmo capaz de “botar a mão no fogo” em como não encontram…

Quando bloga um Português

Friday, November 23rd, 2007

Quando bloga um Português blogam dois ou três e o seu número a aumentar

Ah! Que prazer me dá ver os três estarolas a blogar activamente. Welcome back Ricardo.

Ela diz que é jornalista

Saturday, September 1st, 2007

Alguma vez pensaram a sério sobre o que é escrever mal português? Já se depararam com a inenarrável pobreza dos textos saídos de software de “tradução” automática? Chegaram, enfim, à náusea perante a desfaçatez da altiva mediocridade?

Se a resposta é “não” a qualquer uma destas perguntas, dêem um salto ao blog Escala em Londres, da correspondente do “Jornal de Notícias” Rita Jordão.

Divirtam-se!

Clapton and Gummy Bears

Friday, August 31st, 2007

Envio daqui um abraço ao João Belchior, o guitarrista com quem tive a honra de tocar os verdadeiros blues e que acaba de fundar o Clapton and Gummy Bears, “um blog de opiniões sobre música, gomas e assuntos interessantes!”.

Atirar a primeira pedra

Wednesday, August 22nd, 2007

O “novo jornalismo” continua à solta lá para os lados do P. À falta de uma verdadeira “silly season” (este ano recheada com o desaparecimento de crianças, com raptos, furacões e treinadores do Benfica), a direcção editorial desdobra-se em acrobacias para competir com o Correio da Manhã no que a títulos desinteressantes por centímetro quadrado de capa diz respeito.

Uma das “grandes notícias” de hoje, dia vinte e dois de Agosto do ano da graça de dois mil e sete, é a “investigação” realizada pelo jornalista Ricardo Dias Felner acerca do blog pessoal de Luís Filipe Menezes (LFM), o qual, conclui, contém “textos assinados” pelo autarca de Gaia mas que foram “copiados de sites da Internet”, nomeadamente da wikipedia.

fotocopiadora

Deverei esclarecer que não sou filiado em - ou simpatizante de - qualquer partido, muito menos no PSD (a cuja liderança LFM concorre). E deverei esclarecer, ainda, que é minha convicção que o assunto não merece honras de notícia “explosiva”, e muito menos com chamada de primeira página. E muito menos, também, no P.

Porquê? Porque, se há pessoas/entidades em Portugal que deveriam ter redobrados cuidados quando falam de plágio, elas são o P e os seus jornalistas. Tal como já referi neste blog, os casos de plágio do jornal são das coisas mais vergonhosas a que Portugal assistiu nos últimos tempos. Só este ano, já houve, por exemplo, o caso de Clara Barata (Janeiro.07), o de Joana Amado (Março.07), e ainda, além de outras tragicomédias, o de Laurinda Alves (Maio.07), que, numa crónica do P2, transcreveu um poema que conhecia da Internet e que apresentou como sendo de Pessoa. Mas… não era.