…e as “canceleiras”
Saturday, November 22nd, 2008Já que o tema é linha férrea, acho que aproveito a deixa do AL para descarregar finalmente a ira acumulada em minutos que já são horas, que, somadas, qualquer dia até são dias. Não queiram imaginar o tempo que passo sem passar nas… passagens de nível. Enterrem a linha, ergam pontes ou escavem túneis, façam qualquer coisa por favor!
As cancelas da Granja fecham quando o comboio, na melhor das hipóteses, chega a Espinho. E se outro vier no mesmo sentido e mais dois ou três no contrário o tempo de espera chega bem aos 20 minutos, com quatro de intervalo entre cada comboio, vezes e vezes e vezes incontáveis todos os dias.
E quando fecha, depois abre, sem passar comboio algum?! Com as simpáticas senhoras - que fecham e abrem e fecham e abrem a dita cancela como máquinas ou cães de Pavlov obcecados pelo estímulo da campainha - a reagir às pragas com piores pragas ainda.
Duas conclusões: 1) inadmissível não haver, em quilómetros, alternativas a este Inferno; 2) inadmissível pagarmos (sim, nós!) àquelas senhoras quando as cancelas automáticas funcionam da mesma maneira e não insultam ninguém - venha ou não venha o comboio!

